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	<title>Prazer da Leitura</title>
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	<description>Divulgação das atividades literárias do grupo - Prazer da Leitura. Visa estimular e incentivar o diálogo interdisciplinar com pensamento crítico e sensibilidade.</description>
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		<title>Prazer da Leitura</title>
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		<title>AUMENTO DO IPTU NA CIDADE DE JUIZ DE FORA</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Dec 2009 00:02:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raphael Reis</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[É difícil distinguir os nomes do ex-prefeito e do atual prefeito de Juiz de Fora. Se não estou equivocado, o primeiro atende pelo nome de Alberto Bejani, e o segundo, por Custódio Mattos. Apesar de que, creio, há um equívoco: o ex-prefeito é o Alberto Mattos e o atual seja Custódio Bejani. Enfim, esta confusão [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=prazerdaleitura.wordpress.com&blog=4081494&post=190&subd=prazerdaleitura&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>É difícil distinguir os nomes do ex-prefeito e do atual prefeito de Juiz de Fora. Se não estou equivocado, o primeiro atende pelo nome de Alberto Bejani, e o segundo, por Custódio Mattos. Apesar de que, creio, há um equívoco: o ex-prefeito é o Alberto Mattos e o atual seja Custódio Bejani. Enfim, esta confusão onomástica pouco importa. Qual seria a diferença entre eles, afinal? Nenhuma, responderia do ponto de vista prático. Todos os dois foram eleitos através de promessas de final de ano, as quais parecem que a memória da população e da sociedade civil, realmente, sofre de um esquecimento de quatro em quatro anos. O ex-prefeito, Alberto Bejani, prometeu diminuir o preço da passagem, resultado: a aumentou continuamente e até embolsou alguns milhares de trocados – infelizmente o poder judiciário, ainda no seu andar de tartaruga, para quem detêm poder, não deferiu um parecer favorável, no mínimo, uma prisão de alguns anos. O outro, o prefeito Custódio Mattos, inteligente e em surdina do jogo hipócrita, chamado democracia, dentro da legalidade, conseguiu com o cabresto, fazer com que a base aliada votasse a favor do aumento de 20% do IPTU. Não precisa ser um gênio ou um cientista político para saber que o aumento do IPTU seria aprovado pelas excelências do legislativo. Deste desfecho, podemos chegar a algumas conclusões: &#8211; a população e a sociedade civil continuam mansas, sem conhecimento político e sem participação política efetiva. Deveriam imitar os cidadãos franceses, que desrespeitam a legalidade imposta e colocam medo em seus representantes quando vão às ruas. Isto que falo não é nenhuma blasfêmia contra a democracia; embora, para isso, seja necessário o conhecimento da obra “Desobediência Civil”, de Hanry Thorau, que influenciou Gandhi e Luther King; &#8211; que Bejani fez escola: os políticos aprenderam “direitinho” a receita do bolo; só necessitam ser mais espertos para não caírem nas mãos da polícia federal – se é que esta última faz algo contundente e eficaz contra poderosos; &#8211; que cada vez que passa, os políticos conseguem ser mais sicofantas em seus discursos; &#8211; há uma esperança: politização da sociedade e uma organização mais forte da sociedade civil, que não tenha medo de garantir sua vontade – não é isso que significa, etimologicamente, a palavra democracia? Enfim, dando nome aos bois: <strong>Os que votaram a favor do aumento:</strong> Chico Evangelista, José Laerte, Luiz Carlos, José Tarcício, Pastor Carlos, Fiorilo, Ana do Padre Frederico, José Emanuel, João do Joaninho, Tico-Tico e Rodrigo Mattos. <strong>Abstenção:</strong> a lamentável figura de Noraldino Jr., que se manteve neutro com o discurso que o partido poderia reprimi-lo. <strong>Os que votaram contra o aumento</strong>: Betão, Castelar, Flávio Cheker, Júlio Gasparete, Figueirôa e Isauro Calais. Não se engane prezado leitor, se politize e passe a conhecer mais os vereadores de sua cidade, pois o que venho observando são vereadores que mal sabem ler seus discursos; que confundem política com assistencialismo; que usam da plenária para fazer discursos demagógicos, etc. Enfim, tenho para mim que essa sem “vergonhice” – desculpe a expressão-, só irá terminar na medida em que as pessoas se politizarem, participarem e pararem de reclamar em seu espaço privado. Preparem-se para o aumento da passagem de ônibus municipal! Leia a reportagem da repórter Táscia Souza: http://www.tribunademinas.com.br/politica/politica10.php Juiz de Fora, 22 de dezembro de 2009.</p>
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		<title>Quem tem medo do Kindle?</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 23:43:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Juliana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Reproduzo aqui uma matéria muito interessante que saiu na Tribuna de Minas do dia 22/11. Pra quem quer saber mais sobre o Kindle clique aqui.
_______________________________________________________

Quem tem medo do Kindle?
Leonardo Toledo
Ele chegou fazendo barulho e prometendo colocar abaixo uma tradição que já dura mais de 500 anos. Há quem duvide. Divergências a parte, o fato é [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=prazerdaleitura.wordpress.com&blog=4081494&post=188&subd=prazerdaleitura&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><em>Reproduzo aqui uma matéria muito interessante que saiu na Tribuna de Minas do dia 22/11. Pra quem quer saber mais sobre o Kindle clique <a href="http://www.amazon.com/dp/B0015T963C/?tag=gocous-20&amp;hvadid=4139543417&amp;ref=pd_sl_16uyprujyd_e" target="_blank">aqui</a>.</em></p>
<p><span style="text-decoration:underline;">_______________________________________________________<br />
</span></p>
<p><strong>Quem tem medo do Kindle?</strong></p>
<address><em>Leonardo Toledo</em></address>
<p>Ele chegou fazendo barulho e prometendo colocar abaixo uma tradição que já dura mais de 500 anos. Há quem duvide. Divergências a parte, o fato é que o Kindle, leitor de livros eletrônicos (e-books) da Amazon, levantou a poeira de uma questão que veio à tona no fim do XX, com o início da popularização do computador, e andava um tanto esquecida em meio à velocidade da evolução tecnológica. Seria esse pequeno e frágil aparelho o responsável por decretar o fim do papel?</p>
<p>O professor Rogério de Souza Sérgio Ferreira, responsável pela disciplina “Tecnologias do texto” do curso de Letras da UFJF, acredita que a novidade não invalida o formato tradicional de leitura. “É um recurso a mais, que não vai fazer concorrência ao suporte tradicional. Há limitações nesse produto que farão as pessoas continuarem a usar o livro”, afirma, lembrando que a primeira dificuldade para os juizforanos será o próprio download dos e-books, feito através da tecnologia 3G, ainda não disponível na cidade. Através do Kindle, o usuário pode comprar um e-book diretamente do site da Amazon. O arquivo será transmitido pela empresa, em menos de um minuto, utilizando rede sem fio.</p>
<p>A professora da Faculdade de Letras da UFMG Carla Viana Coscarelli, que desenvolve pesquisas nas áreas de letramento digital e novas interfaces de leitura, também não acredita que o aparelho vai acabar com o livro convencional. Segundo ela, o Kindle contraria a tendência pós-moderna da convergência de mídias em um mesmo suporte. “A legibilidade é muito boa, e você pode mudar o tamanho da fonte, o que é ótimo, mas não acredito que seja preciso ter um aparelho só para ler. Os laptops e palm tops já fazem isso”, opina a educadora, que já teve a oportunidade de ver o leitor da Amazon de perto, mas não se interessou em comprar um.</p>
<p><strong>Críticas positivas e negativas</strong><br />
Usuários da novidade também não pouparam o Kindle de duras críticas nos fóruns de discussão da internet. Em geral, o produto tem decepcionado pela quantidade pequena de títulos disponíveis em português e pelo fato de impedir o compartilhamento de arquivos, algo que contraria a função social de circulação que o livro sempre exerceu. “Não se pode emprestar um e-book desses, a não ser que se empreste o aparelho inteiro”, destaca Rogério Ferreira.</p>
<p>Outro fator de resistência à essa tecnologia seria o conforto proporcionado pelo papel, suporte do qual o leitor já é íntimo. “As pessoas não vão se livrar de um hábito como esse do dia para a noite. É uma questão de tempo, mas a substituição total é difícil de acontecer. Estamos somando mais um meio”, pondera Carla Coscarelli. O preço elevado também é outro fator que tem limitado a adesão de leitores. No site de Amazon, a versão mais atual custa U$ 489 (cerca de R$ 850 pela cotação do dólar da última quinta-feira).</p>
<p>Por outro lado, a capacidade do aparelho de acumular até 3.500 livros na memória, aliada à facilidade para baixar títulos importados por uma média de U$ 10 (pouco mais de R$ 17) salta aos olhos de acadêmicos e aficionados por livros em geral. Da maneira convencional, a aquisição sai por um preço bem mais elevado, além de demorar semanas até que a encomenda chegue às mãos do destinatário. “Desse ponto de vista, é quase uma biblioteca móvel”, comenta Rogério, que pretende, em breve, comprar um Kindle.</p>
<p>Leitor sem papel<br />
“Qualquer tecnologia que venha motivar a leitura é muito bem vinda”, opina a coordenadora do mestrado em letras e literatura brasileira do Centro de Ensino Superior (CES-JF), Nícea Helena Nogueira. Adepta dos e-books e outros recursos virtuais, a professora ministra alguns de seus cursos sem recorrer ao papel. “É uma rotina muito econômica e que tem uma portabilidade muito boa, já que não acumulamos papel”, afirma, ressaltando que o meio virtual tem se mostrado um importante aliado, proporcionando acesso gratuito a clássicos da literatura (caso do site Domínio Público) e a obras raras escanealizadas.</p>
<p>Os três especialistas são unânimes ao considerar que o Kindle pode desencadear um aumento no índice de leitura entre os jovens, acostumados desde a infância à velocidade da tecnologia. O efeito esperado é o mesmo dos programas de bate-papo pela internet, como o MSN, que estariam fazendo os adolescentes escreverem mais. “É outro público. Se é papel ou texto digital não importa, o que vem ao caso é a qualidade da leitura”, comenta Nícea. “Há uma convergência entre velho e novo, e todos saem ganhando com isso”, complementa Rogério.</p>
<p>Só o começo</p>
<p>As críticas ao design e à funcionalidade, indicam que o Kindle é apenas o primeiro passo para um produto que precisa de aprimoramento. Os rumores, aliás, são de que protótipos de três empresas concorrentes estariam em fase de testes, alguns deles prometendo um aparelho mais fino, com tela flexível e que lê imagens em cor.</p>
<p>Há dois anos disponível no mercado norte-americano, o leitor já tem três diferentes versões. Nas duas mais recentes, o Kindle 2 e o Kindle DX, o usuário também pode optar por receber jornais, diariamente. As primeiras tentativas de criar um aparelho exclusivo para a leitura de e-books teriam surgido em 1998, mas o produto só foi viabilizado graças à invenção do chamado papel virtual, fosco, com bom nível de contraste e menos cansativo que a tela de computador.</p>
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	</item>
		<item>
		<title>O real Maravilhoso no filme Besouro</title>
		<link>http://prazerdaleitura.wordpress.com/2009/11/29/o-real-maravilhoso-no-filme-besouro/</link>
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		<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 22:00:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>LeoGrav</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema e Literatura]]></category>

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		<description><![CDATA[O objetivo desta análise é fazer uma transposição de conceito do gênero literário, conhecido como real maravilhoso, para relacioná-lo com o filme brasileiro, Besouro.

Antes, é necessário algumas considerações acerca do conceito de Realismo Mágico e do Real Maravilhoso.
O Realismo Mágico nasce na europa do século XX, especificamente na Alemanha. Foi utilizado por pintores &#8211; de [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=prazerdaleitura.wordpress.com&blog=4081494&post=187&subd=prazerdaleitura&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><div>O objetivo desta análise é fazer uma transposição de conceito do gênero literário, conhecido como real maravilhoso, para relacioná-lo com o filme brasileiro, Besouro.</div>
<div>
Antes, é necessário algumas considerações acerca do conceito de Realismo Mágico e do Real Maravilhoso.<br />
O Realismo Mágico nasce na europa do século XX, especificamente na Alemanha. Foi utilizado por pintores &#8211; de viés surrealista &#8211; para designar uma pintura que alterasse a realidade. No gênero literário o primeiro a utilizar foi o venezuelano Arturo Uslar Pietr.</div>
<div>
Entretanto, com o avançar da teoria literária, desenvolveu-se um novo conceito, a saber: Real Maravilhoso, com o cubano Alejo Carpentier, em seu livro intitulado &#8220;Lo Maravilloso&#8221;.</div>
<div>
A diferença entre Realismo Mágico e Real Maravilhoso para Alejo Carpentier é que o primeiro conceito designa uma fase que fora influenciada pelo surrealismo, ou seja, para se conseguir os efeitos fantásticos os autores criaram construções fora do c otidiano, como por exemplo: reis com cabeças de animais e que detinham poderes; objetos que revelavam um poder extraordinário, etc. Para este escritor e teórico, este tipo de produção é uma pobreza da imaginação (Prólogo do livro El reino de este mundo). Já o Real Maravilhoso propõe o fantástico extraído do cotidiano, do comum, não precisa de recursos extras, pois o maravilhoso está presente na realidade. Para Alejo a América Latina seria o real maravilhoso.</div>
<div>
O gênero do Real Maravilhoso teve seu boom nas décadas de 60/70, principalmente na América Latina. Alguns escritores que utilizaram este recurso literário foram: o colombiano Gabriel Garcia Marquez; os argentinos Borges e Cortázar; o cubano Alejo Carpentier; o brasileiro José da Veiga, etc.</div>
<div>
Ao fazer um paralelo entre a obra do cubano Alejo Carpentier intitulada &#8220;El reino de este mundo&#8221; e o filme  Besouro, produção de  Vicente Amorim, Fernando Souza Dias, João Daniel Tikhomiroff; encontramos alguns elementos em comum.</div>
<div>
No livro de Carpentier o real maravilhoso está na história do Haiti, em sua religião, o Vudu. O Vudu foi uma mecanismo cultural, através do escravo Mackandal de possibilitar a união, a identidade e consciência dos escravos haitianos frente a colonização francesa, culminando na Independência do Haiti em 1804.</div>
<div>
No filme Besouro, o real maravilhoso está na capoeira, no Candomblé (crença do corpo fehado),através do capoeirista denominado Besouro que também ensejará a união, a identidade e a consciência dos escravos que viviam no começo da década de XX no Brasil, na região nordeste.</div>
<div>
Mesmo findo a escravidão, a situação real em alguns lugares era de marginalização e a condição de não cidadãos da República, o que fazia voltar as velhas práticas da escravidão, agora nas mãos dos coronéis.</div>
<div>
Enfim, o recurso do Real Maravilhoso muito usado na literatura foi utilizado de forma genial no filme, além dos elementos parecerem muito com as do livro supracitado do autor cubano.</div>
<div>
É oportuno a leitura do livro O Reino deste Mundo, assim como, uma passagem ao cinema para ver Besouro.</div>
<div>25/11/2009 por Raphael Reis</p>
</div>
<div><span style="color:#0000ff;"><em><strong>Raphael Reis</strong></em><br />
Pós-Graduando em Políticas Públicas e Gestão Social (UFJF)<br />
Graduado em História (UFJF)<br />
Tutor de Espanhol (UFJF)<br />
<a href="mailto:raphaeloliveirareis@yahoo.com.br" target="_blank">raphaeloliveirareis@yahoo.com.br</a><br />
(32) 8823-7540</span></div>
<div><span style="color:#0000ff;"><a rel="nofollow" href="http://www.donraphaelreis.blogspot.com/" target="_blank">www.donraphaelreis.blogspot.com</a></span></div>
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	</item>
		<item>
		<title>Em Juiz de Fora, &#8220;Seminário Euclides da Cunha: cem anos sem&#8221;</title>
		<link>http://prazerdaleitura.wordpress.com/2009/11/22/em-juiz-de-fora-seminario-euclides-da-cunha-cem-anos-sem/</link>
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		<pubDate>Sun, 22 Nov 2009 17:57:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>LeoGrav</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>

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		<description><![CDATA[Euclides da Cunha descobriu o Brasil costa adentro. Depois de mais de um século da façanha, falta ao país desvendar o escritor por inteiro. Essa será a proposta do “Seminário Euclides da Cunha: cem anos sem”, que celebra o centenário de morte do autor de “Os sertões”. Promovido pelo Museu de Arte Murilo Mendes (Mamm) [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=prazerdaleitura.wordpress.com&blog=4081494&post=185&subd=prazerdaleitura&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Euclides da Cunha descobriu o Brasil costa adentro. Depois de mais de um século da façanha, falta ao país desvendar o escritor por inteiro. Essa será a proposta do “Seminário Euclides da Cunha: cem anos sem”, que celebra o centenário de morte do autor de “Os sertões”. Promovido pelo Museu de Arte Murilo Mendes (Mamm) &#8211; em parceria com o Centro de Ensino Superior de Juiz de Fora (CES) e com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa de Minas Gerais (Fapemig) &#8211; o evento tem início na próxima quarta-feira. Segundo o pró-reitor de cultura da UFJF, José Alberto Pinho Neves, o objetivo da iniciativa é discutir a contribuição oferecida pelo literato carioca ao cenário da cultura nacional, além de despertar os olhares de leitores e estudantes para outras de suas obras, tão importantes quanto a que retratou a tragédia de Canudos.</p>
<p>Cem anos sem</p>
<p><strong>Programação</strong></p>
<p><strong>Quarta</strong><br />
17h: Abertura<br />
17h30: &#8220;Euclides da Cunha&#8221; &#8211; Daniel Piza<br />
19h: &#8220;Euclides da Cunha e a tradição literária brasileira&#8221; &#8211; Marcos Rogério Cordeiro (UFMG)</p>
<p><strong>Quinta</strong><br />
17h: &#8220;Os Sertões, a antropologia biológica e o nacionalismo&#8221; &#8211; Luiz Costa Lima (PUC / RJ)<br />
18h30: &#8220;Euclides da Cunha: sintoma do cânone&#8221; &#8211; Flávio Rena Kothe (UnB)<br />
19h30: Exibição de &#8220;Guerra de Canudos&#8221; (1997, 169 min) &#8211; com direção de Sérgio Rezende</p>
<p><strong>Sexta</strong><br />
17h: &#8220;Canudos e o pêndulo de Euclides: novas vozes, outras viagens&#8221; &#8211; Aleilton Fonseca (UEFS)<br />
18h30: &#8220;A Canudos de Vargas Llosa&#8221; &#8211; Rinaldo de Fernandes (UFPB)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Fonte: Tribuna de Minas<br />
</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/prazerdaleitura.wordpress.com/185/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/prazerdaleitura.wordpress.com/185/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/prazerdaleitura.wordpress.com/185/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/prazerdaleitura.wordpress.com/185/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/prazerdaleitura.wordpress.com/185/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/prazerdaleitura.wordpress.com/185/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/prazerdaleitura.wordpress.com/185/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/prazerdaleitura.wordpress.com/185/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/prazerdaleitura.wordpress.com/185/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/prazerdaleitura.wordpress.com/185/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=prazerdaleitura.wordpress.com&blog=4081494&post=185&subd=prazerdaleitura&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<title>Convite a leitura</title>
		<link>http://prazerdaleitura.wordpress.com/2009/11/08/convite-a-leitura/</link>
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		<pubDate>Sun, 08 Nov 2009 14:53:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>LeoGrav</dc:creator>
				<category><![CDATA[Outros]]></category>

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		<description><![CDATA[O grupo de leituras é  um espaço onde algumas pessoas se reúnem para comentar a leitura realizada, estreitar amizades e até mesmo saborear algum petisco!
A montagem de um clube de leitura perpassa, primeiramente, por questões de afinidade e do desejo de compartilhar idéias, tornando a leitura algo mais prazerosa na medida em que ocorre a [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=prazerdaleitura.wordpress.com&blog=4081494&post=183&subd=prazerdaleitura&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>O grupo de leituras é  um espaço onde algumas pessoas se reúnem para comentar a leitura realizada, estreitar amizades e até mesmo saborear algum petisco!</p>
<p>A montagem de um clube de leitura perpassa, primeiramente, por questões de afinidade e do desejo de compartilhar idéias, tornando a leitura algo mais prazerosa na medida em que ocorre a circularidade da informação.</p>
<p>Outro passo importante é delimitar o que se quer: um grupo de leitura de obras clássicas ou de História ou de literatura em geral, etc. Por exemplo, no grupo que participo na cidade de Juiz Fora – Prazer da Leitura – abrimos espaço para qualquer tipo de leitura.</p>
<p>O ideal é que o grupo tenha no máximo 8 integrantes, pois facilita os encontros, as discussões e as amizades. Geralmente, o encontro ocorre uma vez por mês com duração aproximada de 2 horas na casa de um dos participantes ou em locais como Cyber Café.</p>
<p>A aventura da leitura se dá de uma maneira extremamente agradável e dinâmica. Antes de entrar propriamente dito nos comentários referentes à obra escolhida, os participantes trocam “artigos de perfumaria”, conforme expressão de um dos veteranos de clube de leituras, Leo Rosa. Estes artigos de perfumaria podem ser poesias, canções ou algum material informativo. Depois, há uma contextualização da obra e do autor – elementos fundamentais, haja vista que os integrantes terão que pesquisar informações aprofundando o entendimento da leitura.</p>
<p>Além destas características mencionadas, é valido ressaltar a importância da assiduidade e do comprometimento com a leitura a ser realizada.</p>
<p>E agora? Monte o seu grupo ou clube de leitura e permita-se a deliciar de uma nova oportunidade de crescimento cultural e social!   <em><strong></strong></em></p>
<p><em><strong>Raphael Reis</strong></em><br />
Pós-Graduando em Políticas Públicas e Gestão Social (UFJF)<br />
Graduado em História (UFJF)<br />
Tutor de Espanhol (UFJF)<br />
<a href="mailto:raphaeloliveirareis@yahoo.com.br" target="_blank">raphaeloliveirareis@yahoo.com.br</a></p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/prazerdaleitura.wordpress.com/183/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/prazerdaleitura.wordpress.com/183/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/prazerdaleitura.wordpress.com/183/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/prazerdaleitura.wordpress.com/183/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/prazerdaleitura.wordpress.com/183/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/prazerdaleitura.wordpress.com/183/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/prazerdaleitura.wordpress.com/183/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/prazerdaleitura.wordpress.com/183/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/prazerdaleitura.wordpress.com/183/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/prazerdaleitura.wordpress.com/183/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=prazerdaleitura.wordpress.com&blog=4081494&post=183&subd=prazerdaleitura&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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	</item>
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		<title>Museu da Corrupção</title>
		<link>http://prazerdaleitura.wordpress.com/2009/10/19/museu-da-corrupcao/</link>
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		<pubDate>Mon, 19 Oct 2009 17:54:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>LeoGrav</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sites interessantes]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://prazerdaleitura.wordpress.com/?p=180</guid>
		<description><![CDATA[Vale a pena visitar o MuCo &#8211; Museu da Corrupção. O site trás links como: Sala dos escândalos, Sala das CPIs, Linha do tempo (onde os escândalos são mostrados por década, desde 1960 até os dias de hj), Sala Multimidia (com vídeos), Loja virtual (com itens super engraçados como telefone grampeado, camisas com colarinho branco, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=prazerdaleitura.wordpress.com&blog=4081494&post=180&subd=prazerdaleitura&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Vale a pena visitar o MuCo &#8211; Museu da Corrupção. O site trás links como: Sala dos escândalos, Sala das CPIs, Linha do tempo (onde os escândalos são mostrados por década, desde 1960 até os dias de hj), Sala Multimidia (com vídeos), Loja virtual (com itens super engraçados como telefone grampeado, camisas com colarinho branco, cueca com espaço para acondicionar moeda estrangeira etc.).</p>
<p>É um site muito interessante para manter viva a nossa memória e nos incentivar a votar melhor&#8230;</p>
<p>Para conferir, é só ir em:</p>
<p><a href="http://www.dcomercio.com.br/muco/home.htm">http://www.dcomercio.com.br/muco/home.htm</a></p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/prazerdaleitura.wordpress.com/180/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/prazerdaleitura.wordpress.com/180/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/prazerdaleitura.wordpress.com/180/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/prazerdaleitura.wordpress.com/180/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/prazerdaleitura.wordpress.com/180/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/prazerdaleitura.wordpress.com/180/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/prazerdaleitura.wordpress.com/180/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/prazerdaleitura.wordpress.com/180/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/prazerdaleitura.wordpress.com/180/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/prazerdaleitura.wordpress.com/180/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=prazerdaleitura.wordpress.com&blog=4081494&post=180&subd=prazerdaleitura&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<title>Entrevista do mês</title>
		<link>http://prazerdaleitura.wordpress.com/2009/10/07/173/</link>
		<comments>http://prazerdaleitura.wordpress.com/2009/10/07/173/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 07 Oct 2009 17:39:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>LeoGrav</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>

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		<description><![CDATA[Post do integrante do grupo Raphael Reis:
A entrevista deste mês foi realizada com a Professora Doutora Silvina Carrizo, docente da UFJF, do Departamento de Letras Estrangeiras Modernas.
Possui graduação em Licenciatura em Letras &#8211; Universidad de Buenos Aires (1992), mestrado em Letras pela Universidade Federal Fluminense (1997) e doutorado em Letras pela Universidade Federal Fluminense (2004). [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=prazerdaleitura.wordpress.com&blog=4081494&post=173&subd=prazerdaleitura&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Post do integrante do grupo Raphael Reis:</p>
<p>A entrevista deste mês foi realizada com a Professora Doutora Silvina Carrizo, docente da UFJF, do Departamento de Letras Estrangeiras Modernas.</p>
<p>Possui graduação em Licenciatura em Letras &#8211; Universidad de Buenos Aires (1992), mestrado em Letras pela Universidade Federal Fluminense (1997) e doutorado em Letras pela Universidade Federal Fluminense (2004). Atualmente é professor adjunto da Universidade Federal de Juiz de Fora. Tem experiência na área de Letras, com ênfase em Letras, atuando principalmente nos seguintes temas: identidades, latino-americanismo, indigenismo, literatura brasileira, a narrativa de 1930 e as suas relações com a contemporânea.</p>
<p><em>Raphael Reis: Qual é a importância da leitura e da literatura para uma sociedade?</em></p>
<p><strong>Professora Silvina:</strong> Eu diria que já quando nascemos e abrimos nossos olhos somos ensinados para ler, olhar é uma forma de ler os sinais e signos do mundo. Nossa civilização tem-se focado demais na prática cultural de ver, olhar: formas da leitura. Talvez seja por isso que nos impressionam tanto as histórias de cegos e da cegueira: Tirésias, Édipo, e romances tão instigantes como Sobre héroes y tumbas de Sábato e, o mais recente, Ensaio sobre a Cegueira de Saramago, entre outros tantos.</p>
<p>A leitura que a Literatura possibilita é ainda de outra índole. A operação que a Literatura faz em nós leitores diz respeito a formas de sentir e ver o mundo através da imaginação. É uma atividade do prazer, porém de um prazer vinculado à atividade cognoscitiva e dos sentidos trabalhando juntas numa maior aproximação à realidade, ao mundo, aos seres humanos. Retiro-me da sociedade para ler um livro, e o livro me devolve à sociedade por outro caminho, aliás, me atreveria a dizer que volto à sociedade ainda melhor, um ser humano melhor.</p>
<p>A arte de contar histórias, de condensar pensamentos, ações, sentimentos não tem data, entretanto a partir do momento em que se torna uma experiência isolada com a chegada da tecnologia da escrita, o leitor e o livro configuram uma experiência única. O mundo se transforma numa infinitude de experiências que só cobram sentido a partir desse ato corporal de pegar o livro com as mãos, sentados, encostados, na cama, na grama, na areia, de ficarmos sozinhos horas lendo folhas de papel costuradas, com tapas diferentes, cada vez mais maravilhosas, esse objeto livro&#8230; Cada leitor, todos nós, decidimos como num ritual o momento em que abrimos o livro, nós nos abrimos ao outro, nos entregamos, nos deixamos atravessar pelo sentido da experiência que esse outro, o autor, nos proporciona como uma oferenda. Em comunhão lemos, no entanto em solidão. Se perdemos a experiência do narrador tradicional, essa possibilidade coletiva ente a voz e a audição<br />
atravessada pela história da comunidade, ganhamos ao atingir a solidão, nesse mundo de simulacros no qual parece que nunca podemos chegar a nós mesmos. Ganhamos, digo, quando atingimos a solidão. Esse nosso lar que nos confronta com nós mesmos, com a vida, com os outros, com o mundo, com a imaginação, com a realidade.</p>
<p>Faz pouco tempo assisti na TV um documentário sobre a história da Palestina, num momento passam uma gravação ao vivo de um cinegrafista amador: depois de uma das tantas intifadas do povo palestino — explica a voz em off — na seqüência das imagens, o exército israelense tem ordens de quebrar os ossos dos revoltados com pedras. Ao assistir essas cenas é impossível não chorar: como viver com isso? Como ser feliz com isso? A Literatura tem nesse sentido um papel exemplar, mediador, pedagógico, liberador nas nossas sociedades, pode contribuir para re-pensarmos nossa condição humana, como na bela epígrafe de Ricardo Piglia no seu romance Respiración artificial, epígrafe de T.S. Elliot, que diz algo assim: “Tivemos a experiência, uma aproximação a ela, pode nos devolver o sentido”.<br />
As pessoas lêem em diferentes lugares, em variadas posições corporais, em diferentes horas do dia, porém todos carregamos o livro que estamos lendo o dia todo, levamos ele no nosso corpo, na nossa cabeça para o trabalho, para o supermercado, para o consultório médico. O livro fica em nós, cobra vida.<br />
Quando as pessoas se reúnem para lerem em voz alta poesias, quando uma criança escolhe um livro numa feira de livros numa escola, quando alguém não pode ir dormir sem antes ler 10 minutos o romance que comprou na livraria, devemos ficar atentos e cheios de esperança. Pois é assim, na solidão, que a imaginação trabalha, e sem imaginação, na há mudanças.</p>
<p><em>Raphael Reis: Atualmente, percebe-se um diálogo cada vez mais profícuo entre História e Literatura. O que torna importante este encontro?</em></p>
<p><strong>Professora Silvina:</strong> Acredito que esse diálogo entre História e Literatura se tornou mais profícuo a partir das mudanças estruturais que se sucederam, mais ou menos, em torno da década de 1980 com a queda do muro de Berlim; a transição democrática de vários países do mundo, inclusive da América do sul; a ascensão ou maior visibilidade das minorias, e os novos processos migratórios e diaspóricos.</p>
<p>A Literatura, nesse sentido, desenvolveu um papel transformador e liberador sobre as historias esquecidas e sobre aquelas ignoradas pela História com maiúscula, as Histórias oficiais. De fato as próprias formas literárias metamorfosearam-se, criando uma hibridação de gêneros (o testemunho, diários de cárcere, a auto-ficção, o ensaio, as novas autobiografias, o chamado romance pós-moderno, entre outros) e permitindo que um leque imenso de enunciações puderam vir a tona e acrescentar para o mundo milhões de histórias. As Crônicas de sidario de Pedro Lemebel, por citar um exemplo, são paradigmáticas ao respeito. O gênero crônica se esfacela e é, por sua vez, redimensionado a partir do discurso histórico enunciado por uma voz urbana, homossexual que narrativiza a vida nas ruas do Chile da ditadura.</p>
<p>Ao mesmo tempo, o vínculo novo entre Literatura e História criou também possibilidades de re-leitura das Histórias Oficiais, tentando fazer ressurgir aquelas vozes antes silenciadas, podendo captar momentos chave da experiência histórica num sentido mais íntimo e mais humano, dessa forma novas personagens apareceram de Tiradentes até Zumbi dos Palmares, de Mariano Moreno até Colombo. Novos autores israelenses, turcos, afegãos ou da Europa do Leste ficcionalizaram trechos das histórias dos seus países como uma forma de dar sentido a experiências traumáticas sob o poder da ironia e do humor. Abril rojo de Roncariolo e La hora azul de Cueto narram, sob formas diferentes e pontos de vida antagônicos, esses anos de Sendero Luminoso e a vida no Peru; O sub-comandante Marcos e Paco Taibo II escrevem a quatro mãos o romance Mortos Incômodos (falta o que falta) numa procura de preencher os vazios da história dessas últimas quatro décadas de México.</p>
<p>O mundo, nesse sentido, ficou mais largo e mais próximo, as verdades menos absolutas; as histórias — paradoxalmente — mais verdadeiras.</p>
<p>Agradecemos a participação da professora Silvina, que com carinho e atenção de sempre nos atendeu ao pedido de participação no blog.</p>
<p>Raphael Reis<br />
Pós-Graduando em Políticas Públicas e Gestão Social (UFJF)<br />
Graduado em História (UFJF)<br />
Tutor de Espanhol (UFJF)<br />
<a href="mailto:raphaeloliveirareis@yahoo.com.br">raphaeloliveirareis@yahoo.com.br</a></p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/prazerdaleitura.wordpress.com/173/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/prazerdaleitura.wordpress.com/173/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/prazerdaleitura.wordpress.com/173/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/prazerdaleitura.wordpress.com/173/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/prazerdaleitura.wordpress.com/173/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/prazerdaleitura.wordpress.com/173/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/prazerdaleitura.wordpress.com/173/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/prazerdaleitura.wordpress.com/173/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/prazerdaleitura.wordpress.com/173/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/prazerdaleitura.wordpress.com/173/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=prazerdaleitura.wordpress.com&blog=4081494&post=173&subd=prazerdaleitura&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<title>Skoob &#8211; o que você anda lendo?</title>
		<link>http://prazerdaleitura.wordpress.com/2009/08/20/skoob-o-que-voce-anda-lendo/</link>
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		<pubDate>Thu, 20 Aug 2009 00:33:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Juliana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Dia desses recebi um convite pra participar de uma rede social para amantes da leitura chamda Skoob. Você também não conhecia? Leia mais abaixo pra saber do que se trata:

&#8220;No Skoob você cria sua estante virtual com os livros que já leu, inclusive aqueles da sua infância (Pequeno príncipe, Coleção-Vagalume e vários outros estão lá.) [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=prazerdaleitura.wordpress.com&blog=4081494&post=170&subd=prazerdaleitura&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Dia desses recebi um convite pra participar de uma rede social para amantes da leitura chamda <strong>Skoob</strong>. Você também não conhecia? Leia mais abaixo pra saber do que se trata:<br />
<em><br />
&#8220;No Skoob você cria sua estante virtual com os livros que já leu, inclusive aqueles da sua infância (Pequeno príncipe, Coleção-Vagalume e vários outros estão lá.) Assim você relembra as histórias e pode trocar comentários com aquele seu amigo ou amiga o qual nem imaginava que havia lido também.<br />
O Skoob é também um ótimo lugar para pegar dicas para suas próximas leituras e fazer novas amizades.&#8221;</em></p>
<p>Pra quem se interessar:  <a href="http://www.skoob.com.br" target="_blank">www.skoob.com.br</a><br />
E leia mais <a href="http://tecnologia.ig.com.br/noticia/2009/01/16/rede+social+brasileira+reune+aficionados+por+livros+3410959.html" target="_blank">aqui</a>.</p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/prazerdaleitura.wordpress.com/170/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/prazerdaleitura.wordpress.com/170/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/prazerdaleitura.wordpress.com/170/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/prazerdaleitura.wordpress.com/170/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/prazerdaleitura.wordpress.com/170/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/prazerdaleitura.wordpress.com/170/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/prazerdaleitura.wordpress.com/170/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/prazerdaleitura.wordpress.com/170/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/prazerdaleitura.wordpress.com/170/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/prazerdaleitura.wordpress.com/170/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=prazerdaleitura.wordpress.com&blog=4081494&post=170&subd=prazerdaleitura&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<title>Espiritualidade em &#8220;Ecumenismo e Diálogo Inter-Religioso&#8221;</title>
		<link>http://prazerdaleitura.wordpress.com/2009/08/19/espiritualidade-em-ecumenismo-e-dialogo-inter-religioso/</link>
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		<pubDate>Wed, 19 Aug 2009 23:35:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>LeoGrav</dc:creator>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>

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		<description><![CDATA[Trecho do livro &#8220;Ecumenismo e Diálogo Inter-Religioso&#8221; de Zwinglio Mota Dias e Faustino Teixeira:

A espiritualidade não é fuga do tempo, nem é algo inalcançável, mas um exercício vital em direção à simplicidade, ao &#8220;espírito do cotidiano&#8221;. O que ela exige de cada um é uma sintonia fina com o tempo, com os pequenos sinais que [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=prazerdaleitura.wordpress.com&blog=4081494&post=168&subd=prazerdaleitura&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Trecho do livro &#8220;Ecumenismo e Diálogo Inter-Religioso&#8221; de Zwinglio Mota Dias e Faustino Teixeira:<br />
<em><br />
A espiritualidade não é fuga do tempo, nem é algo inalcançável, mas um exercício vital em direção à simplicidade, ao &#8220;espírito do cotidiano&#8221;. O que ela exige de cada um é uma sintonia fina com o tempo, com os pequenos sinais que envolvem o ritmo da vida. Captar a música da espiritualidade é simplesmente viver, &#8220;como o peixe na água&#8221;. Mas para tanto é necessário saber auscutar o outro mundo que habita este mundo, o outro lado das coisas, para além da realidade das formas e dos nomes. Na visão de Thomas Merton, um dos maiores contemplativos de nosso tempo, a espiritualidade envolve um &#8220;despertar intuitivo&#8221; para as profundezas existenciais, uma &#8220;tomada de consciência repentina, um despertar à infinita Realidade que existe dentro de tudo o que é real&#8221;.</em></p>
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		<title>Adoro o Google&#8230;</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Aug 2009 17:58:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>LeoGrav</dc:creator>
				<category><![CDATA[Outros]]></category>

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		<description><![CDATA[Ainda vou estudar melhor a ferramenta abaixo&#8230;de qq forma já vou divulgar  
Autores e editoras que tenham obras sob licença Creative Commons já podem distribuí-las pelo Google Books, serviço gratuito do Google que permite aos usuários pesquisar e ler livros on-line.
Creative Commons é uma organização sem fins lucrativos que incentiva escritores, artistas e autores [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=prazerdaleitura.wordpress.com&blog=4081494&post=166&subd=prazerdaleitura&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Ainda vou estudar melhor a ferramenta abaixo&#8230;de qq forma já vou divulgar <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p><em>Autores e editoras que tenham obras sob licença Creative Commons já podem distribuí-las pelo Google Books, serviço gratuito do Google que permite aos usuários pesquisar e ler livros on-line.</em></p>
<p><em>Creative Commons é uma organização sem fins lucrativos que incentiva escritores, artistas e autores em geral a utilizar as suas ferramentas de licenciamento para permitir que seus trabalhos sejam reutilizados e compartilhados por outras, de acordo com a permissão de licença que achar mais conveniente.</em></p>
<p><em>De acordo com o gerente de produto do Google Books, Xian Ke, os livros oferecidos pelos titulares de direito sob licença CC foram marcados no serviço do Google com um logotipo correspondente no lado esquerdo da barra de navegação das obras.</em></p>
<p><em>&#8220;As pessoas podem fazer download desses livros, na sua totalidade, e passá-las adiante: a amigos, colegas de turma, professores, e assim por diante. E se o dono dos direitos [da obra] tiver optado por permitir a alteração do seu trabalho, os leitores podem até mesmo criar um mashup &#8211; digamos, a tradução do livro para esperanto (&#8230;) e transformar tudo em uma performance com música no YouTube&#8221;, exemplificou Ke, em post no blog oficial do serviço.</em></p>
<p><em>&#8220;Por outro lado, as pessoas que baixarem esses livros concordam em usar o trabalho apenas nas formas especificadas pela licença, como dar o devido crédito ao autor sobre quaiquer remixes ou outras distribuições públicas&#8221;, explicou o executivo do Google.</em></p>
<p>Fonte: G1 &gt; Tecnologia</p>
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